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Nova Fátima,01/03/2024

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Digitalização do SUS: Prioridade para a Integração de Dados e Ética no Uso das Informações

Para Chioro, a digitalização dos processos é central para o sistema de saúde público, universal e integral, especialmente em uma estrutura interfederativa


Digitalização do SUS: Prioridade para a Integração de Dados e Ética no Uso das Informações Foto Reprodução

A digitalização do Sistema Único de Saúde (SUS) deve priorizar a integração de dados e assegurar um uso ético das informações, conforme discutido no primeiro dia do 1º Simpósio Internacional de Transformação Digital no SUS, realizado nesta segunda-feira (2).

O presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro, destacou a importância de superar a desarticulação das informações no SUS, mencionando a observação da ex-presidente Dilma Rousseff de que "nossos dados são imbatíveis, não batem nada com nada". Chioro ressaltou que a gestão estratégica das informações é crucial e que a fragmentação delas impede a efetiva transformação digital do sistema de saúde.

Chioro também enfatizou que, durante o governo de transição, ficou claro que as políticas do SUS haviam sido desarticuladas ao longo dos anos, especialmente no que diz respeito à digitalização das informações. Ele apontou a sabotagem e a desarticulação como obstáculos que o SUS enfrentou nesse processo.

Para Chioro, a digitalização dos processos é central para o sistema de saúde público, universal e integral, especialmente em uma estrutura interfederativa. Ele argumentou que é impossível avançar de forma consistente na transformação digital sem abordar a questão da integração das informações.

Masood Ahmed, coordenador de informações digitais do Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra (NHS), mencionou que o SUS inspira ações em seu país, como medidas para ampliar a cobertura vacinal. Ele destacou a importância da aprendizagem com o sistema brasileiro, incluindo programas como o Saúde da Família e iniciativas de busca ativa.

Ahmed também enfatizou a necessidade de transparência e controle social no uso de dados de saúde. Ele levantou questões éticas sobre como os dados são coletados, armazenados e utilizados, destacando as preocupações legítimas do público nesse sentido.




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